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Linux gera economia de R$ 250 mil para Prefeitura de Barra do Choça

25 novembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

A Prefeitura de Barra do Choça economizou aproximadamente R$ 200 mil desde que começou a instalar em seus computadores, em janeiro de 2009, o Sistema Operacional Linux. O valor se refere ao que precisaria ser investido em atualização e aquisição de licenças de softwares proprietários como o Windows e a suíte de aplicativos de escritório Microsoft Office, que inclui o editor de textos Word, de planilhas eletrônicas Excel, de apresentações Power Point, dentre outros.

Um dos principais resultados apresentados, inerente ao modelo de licenciamento dos softwares livres, é a redução ou eliminação de custos com licenciamento de softwares. Nossos cálculos apontam uma economia geral de R$ 250 mil ao final do processo de migração afirmou Danilo Alves, Diretor do Departamento de TI. Segundo ele, no início do próximo ano, vários sistemas proprietários utilizados em diversos setores serão substituídos por um software livre de gestão pública integrada o e-cidade, que trará uma economia em torno de R$ 35 mil/ano.

O processo de migração promovido pelo Departamento de Tecnologia da Informação da Prefeitura Municipal de Barra do Choça encontra-se em estágio avançado e prevê a instalação nos quase 300 microcomputadores que pertencem aos órgãos públicos municipais. Atualmente 74% do parque computacional da Prefeitura já funciona com software livre.

A Prefeitura Municipal de Barra do Choça está seguindo o exemplo de diversos órgãos públicos pelo país, que estão adotando sistematicamente o Software Livre em sua estrutura para aumentar a segurança de seus sistemas, ter autonomia tecnológica e reduzir os custos com licenças de Softwares Proprietários.

Para Danilo, a adoção de uma política de legalização dos softwares, através do uso de Software Livre é imprescindível para que os governos saiam da ilegalidade e livrem-se do fantasma da fiscalização. Além disso, como o Linux é imune a grande maioria dos vírus, a um aumento substancial na segurança da rede e consequentemente uma redução do número de problemas e atendimentos.

Fonte: ProNano

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Filhos do Linux: será que eles se dão bem com o Windows?

26 outubro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Achei muito legal terem feito isso e demonstrarem nesta reportagem.

Há muito tempo eu falo que se pegarem usuários do Linux que nunca mexeram no Windows e colocarem para utilizar eles iriam se perder.

Vejo trecho da Matéria abaixo e a matéria inteira no link da Fonte:

No Linux, ele é fera. Brinca com os mais diversos jogos, assiste a filmes, faz pesquisa para a escola, opera o editor de imagens, navega na internet sem medo e seleciona os principais sites no browser. Tudo de uma forma que muita gente grande não sabe fazer! Mas quando o assunto é Windows… as caras de tranquilidade se transformam em cara de preocupação. Marcelo é daquele tipo de criança que praticamente nasceu em frente ao computador. E nem faz tanto tempo assim, afinal ele tem só nove anos… Mas na casa dele, sempre teve máquinas com o Ubuntu instalado. O irmão, Pedro, está um pouco mais acostumado com este visual. Já brincou com o Windows na casa de amigos, mas ainda assim, não faz muita idéia de como mexer neste sistema operacional. Esta é a primeira vez que eles ficam cara a cara com o Windows, e hoje, vão precisar se virar sozinhos!

“No Linux é fácil, mas eu não sei como o meu pai sabe mexer tanto assim no Windows. É mais difícil, tem várias coisas diferentes desse aqui para o outro (Linux)”, conta Marcelo da Silva Leal Júnios, de 9 anos.

Fonte: Olhar Digital

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Bolsa de Valores de Londres troca plataforma Windows por Linux

8 outubro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Novo sistema promete velocidade maior e menor custo. Decisão foi tomada após falha de servidor em 2008 que deixou o sistema fora do ar por sete horas.

A bolsa de valores de Londres, London Stock Exchange (LSE), anunciou que pretende migrar seus programas de administração, do TradElect, baseado em linguagem .NET e no sistema operacional Windows Server 2003, da Microsoft, para o MilleniumIT, baseado na plataforma Linux de código aberto. O novo software já foi adquirido e a transição deve começar em outubro.

A troca de sistemas foi decidida após uma grande falha nos servidores ocorrida em setembro de 2008. Esse problema causou a suspensão das negociações por cerca de sete horas. O principal executivo da empresa, o Chief Executive Officer (CEO), Xavier Rolet decidiu substituir a plataforma após o incidente.

No setor de negócios, problemas nos computadores de operações são críticos: uma falha de uma hora pode causar um prejuízo de bilhões de dólares. Os servidores não podem sofrer nenhuma lentidão e nunca devem sair do ar.

A nova plataforma está baseada primordialmente em Linux, mas inclui o sistema operacional Solaris - da Oracle/Sun Microsystems -, banco de dados Oracle e equipamentos de rede da Cisco.

A bolsa inglesa espera que o tempo necessário para realizar cada transação caia de 2,7 milisegundos (velocidade máxima atingida no TradElect) para 0,4 milisegundos (velocidade prometida pelo MilleniumIT).

Além da melhoria na velocidade, outro fator que influenciou a escolha foi o preço do novo software. Para o diretor de informação e tecnologia do LSE, David Lester, ao comparar o valor anual de 65 milhões de dólares do TradElect, o MilleniumIT foi um ótimo negócio por 30 milhões de dólares anuais.

A transição completa do TradElect para o MilleniumIT pode levar até 18 meses.

Fonte: ComputerWorld

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Distribuidora restringe uso da web para combater problemas com vírus

21 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Companhia limita acesso à rede de 1380 colaboradores. Medida não soluciona a questão da segurança, mas reduz quantidade de pragas virtuais.

No final do ano passado, a equipe de TI  da Zamboni Comercial – distribuidora brasileira de alimentos e bebidas - percebeu que a rede da companhia estava sendo constantemente invadida por vírus e outras pragas virtuais. O diagnóstico do problema era a má utilização da internet por parte dos funcionários.

Com base nessa constatação e no risco que as pragas poderiam representar para os sistemas da companhia, o CIO da Zamboni, Ubirajara Medina, decidiu liderar uma reformulação das políticas corporativas de segurança da informação. A principal mudança, cita o executivo, foi em relação às regras de acesso à Web, uma vez que, até então, os funcionários da empresa só tinham restrições em relação a sites com conteúdos pornográficos ou de jogos virtuais.

O CIO conta que, depois de uma análise, percebeu que contar apenas com o bom senso dos usuários não era suficiente. “Gerencio o comportamento de 800 funcionários internos e 580 representantes comerciais -  que atuam por meio de dispositivos móveis”, diz o gestor, que complementa: “A única alternativa para controlar o tráfego de dados e possíveis incidentes foi criar um projeto com regras de acesso gradual à Web.”

Na prática, isso significa que a maioria dos usuários tem permissão para acessar apenas alguns sites de notícias e da instituição financeira da qual são correntistas. Àqueles que possuem outras necessidades, são liberados outros conteúdos online, mediante a solicitação formal dos gestores. “Não acabamos totalmente com as ameaças, mas já reduzimos muito os problemas”, afirma Medina, ao informar que a solução visa não só acabar com os vírus, mas também não sobrecarregar o link de internet.

Outro resultado direto, conta o executivo, foi evitar que as pragas afetassem o sistema de logística da companhia, a qual trabalha com entregas em até 24 horas para todo o estado carioca.

Fonte: IDG-NOW

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Migração de Software Proprietário para Software Livre em Instituição Pública

18 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Atualmente os softwares livres estão se tornando uma opção cada vez mais disseminada e aceita por empresas e instituições. Devendo-se ao fato de serem economicamente viáveis, seguros e também por serem considerados por muitos como sistemas estáveis e de fácil customização.

Este artigo faz uma abordagem sobre migração para software livre em uma instituição pública, destacando as principais vantagens na adoção do software livre e explicando, através de uma narrativa, os métodos usados na migração, as dificuldades encontradas e as soluções adotadas.

Palavras chaves: software livre, migração, instituição pública.

Introdução
Atualmente, no plano da administração federal, o governo está efetuando uma ampla migração de seu parque tecnológico para software livre. A redução dos custos com licenças de software já se faz sentir em diversos órgãos federais, como na Previdência Social e no Serpro, assim como o aumento de investimentos em projetos de pesquisa e fomento realizados nos anos de 2004 e 2005 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela FINEP, cujos softwares serão distribuídos com a Licença Pública Geral - GPL.

Segundo Souza (2007), o Programa de Inclusão Digital do Governo Federal vem estimulado largamente o emprego de “software livre” com o objetivo de fazer com que o ensino público e a população de baixa renda tenham acesso a computadores.

O protagonista dessa migração é o Sistema Operacional Linux, que é um software de licença livre criado por Linus Torvalds em 1991, que oferece alternativas nativas do próprio software para substituir a maioria dos programas que são pagos, suprindo assim as necessidades do usuário.

O grande inconveniente da migração, talvez, seja de o usuário ter que sair de um aplicativo que ele conhece para aprender a mexer em um novo com função igual ao anterior, talvez por medo ou por falta de interesse em fazer a migração, acabe desmotivando o usuário a colaborar com a migração.

O que é muito bom perceber é que os desenvolvedores das distribuições Linux estão agora cada vez mais interessados em desenvolver o ambiente desktop, fazendo assim uma integração mais amigável com o usuário.

Um projeto de migração para o Software Livre necessita do envolvimento de todos os interessados em sua implantação, assim como aqueles que se opõem a ela também, para que sejam verificadas, com antecedência, todas as vantagens e desvantagens da implantação e possibilite a superação dos óbices que se apresentarem.

Neste artigo será explicado como foi realizada a migração de uma instituição pública, mostrando as técnicas usadas, prazos estipulados, dificuldades encontradas e soluções adotadas, com o intuito de colaborar com futuros projetos de migração.

Para Navegação do Artigo Completo, favor acessar a Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Migracao-de-Software-Proprietario-para-Software-Livre-em-Instituicao-Publica
1. Resumo / Introdução
2. Migração
3. Delimitação / Metodologia
4. Desenvolvimento
5. Conclusão

Fonte: Site Viva o Linux

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TRT da Paraíba adere a software livre e economiza R$ 700 mil

18 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

É bom saber que as Instituições Públicas Brasileiras estão investindo em implantação de Softwares Livres. Assim reduzem muito os gastos de Tecnologia e os mesmos poderão ser aplicados em outras áreas. (Quem dera isso acontecesse….)

O Tribunal Regional do Trabalho optou pela utilização de software livre (e gratuito) e não vai renovar as licenças do pacote Microsoft Office (Word, Excel e Power Point). Com a opção pela ferramenta BrOffice (Writer, Calc e Impress), a Justiça do Trabalho vai economizar cerca de R$ 700 mil. A grande maioria dos servidores recebeu treinamento para a nova ferramenta já é exclusiva desde o último dia 1º.

A decisão está em no Ato TRT/GP nº 147/2009, que considerou a determinação contida no Ato Conjunto do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e Tribunal Superior do Trabalho (CSJT.TST.GP.SE nº 10/2008), que estabelece diretriz sobre a política de adoção e migração para o uso de programas com código aberto (software livre) na Justiça do Trabalho.

Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, modificado e redistribuído. Segundo Max Frederico Guedes Pereira, diretor da Secretaria de Tecnologia de Informação do TRT, as vantagens da utilização do software livre é o custo, a liberdade de distribuição e a possibilidade de atualização. “A utilização de Softwares Livres é , no momento, uma tendência mundial, tanto no setor público quanto privado”, disse.

Fonte 1 (Interessante pelos comentários): http://br-linux.org/2009/trt-da-paraiba-adere-a-software-livre-e-economiza-r-700-mil-em-renovacao-de-licencas/
Fonte Original: http://www.trt13.jus.br/engine/interna.php?tit=Not%EDcias&pag=exibeNoticia&codNot=1546

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Brasil quer ser referência mundial em software livre em ambiente de redes de colaboração

15 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) quer transformar o Brasil em um centro internacional de referência em software livre, dentro de um ambiente de redes de colaboração. Para isso, é preciso avaliar fatores como a qualidade do produto e o processo de desenvolvimento, destacou hoje (10) Jarbas Lopes Cardoso, coordenador de projetos de cooperação do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, do MCT.

A expectativa é colocar à disposição da sociedade, em outubro próximo, em uma comunidade que vai se chamar 5CQualiBR, os primeiros resultados do projeto, que incluem modelos de testes, avaliação de produtos e processos.

Ele explicou que dentro de um ambiente restrito de empresas já há coisas que são consolidadas internacionalmente. No Brasil, as questões nesse ambiente empresarial são resolvidas em um nível muito bom, disse Cardoso. As empresas têm seus próprios métodos de gestão, destacou.

“Mas, na hora em que você passa para um ambiente de colaboração, onde as pessoas estão distribuídas via rede e, na maioria das vezes, trabalhando de boa vontade, fica difícil administrar tudo isso com regras tradicionais de gestão de projetos. O CTI Renato Archer está preocupado com isso”, disse Cardoso.

Segundo ele, há indagações que ainda buscam respostas. Entre elas, ele mencionou como “qualificar uma contribuição vinda de uma rede de cooperação, como aquilo foi criado, como a gente pode confiar nas respostas e na rapidez dessas respostas”.

O CTI do MCT está estudando casos de sucesso, como o software público brasileiro, para poder replicar. O objetivo é fortalecer a indústria nesse novo ambiente de colaboração livre para gerar novos negócios e, consequentemente, riqueza social. No momento, o CTI está verificando o acesso à comunidade que será criada (5CQualiBR). “Como tem uma demanda potencial para isso, a gente não quer que a infraestrutura não dê conta do acesso”, explicou Cardoso.

Alguns testes preliminares estão sendo feitos com o objetivo de expandir o projeto, que está aberto à contribuição da indústria e da comunidade que participa e vive da tecnologia da informação, afirmou o coordenador do CTI Renato Archer. Cardoso participou hoje (10) do Encontro de Negócios em Software Livre, no Rio Info 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/10/materia.2009-09-10.2016058700/view

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Ponto de Integração Central: O Ambiente Linux

27 agosto 2009 por Angelo M. Rodrigues

É ótimo ver que empresasa a beira da falência resolvem apostar suas fichas no software livre e, com isso, conseguem se reerguer e ter um diferencial computacional invejável.

Mainframe e computação distribuída: a conexão Linux

Nesta segunda parte do especial, você entenderá como o ambiente de código aberto pode reunir mainframe e computação distribuída

A quase falência da empresa Winn-Dixie foi um processo doloroso que acabou por criar uma área de TI nova e melhor; a companhia de alimentos hoje mostra resultados financeiros sólidos. Uma forma menos radical de unir as equipes e fazê-las colocar de lado as diferenças e focar no negócio é ir direto para o ponto de integração central: seu ambiente Linux.

Não o sistema operacional em si, mas os aplicativos. “Se você está focado em serviços web com mecanismo Linux, você nem sequer deveria pensar em plataforma. Ela só importa quando você começar a mapear seus dados. Deixe que seu banco de dados base e o desempenho necessário digam qual plataforma hospeda os servidores de aplicativos. A resposta, normalmente, está bem na sua frente, se você estiver prestando atenção”, disse Mark Malinoski, arquiteto-sênior de aplicativos de uma empresa de plano de saúde nos Estados Unidos que já trabalhou com os dois ambientes.

Leia também a primeira parte da reportagem: Duas tribos, um futuro: o uso de mainframes em TI

O problema é que muitos de nós não prestamos atenção. Enquanto 89% dos entrevistados que têm Linux em mainframe também o usam nas plataformas distribuídas, apenas 27% deles têm uma equipe única coordenada via Linux. O restante tem grupos separados, às vezes com pouca ou nenhuma integração. Aqui está um fruto real ao alcance das mãos. Os CIOs podem não só levar melhor as duas equipes, mas também podem colocá-los no caminho certo para trabalharem juntos no sistema operacional. No entanto, não espere que ninguém se anime.

Um diretor da instituição financeira Midwest disse que seu grupo está, efetivamente, olhando para z/VM, mas está sendo desencorajado. “A equipe do Linux está com medo de herdar o z/OS quando os que o usam hoje se aposentarem”, disse ele. Eles não precisam se preocupar porque o ambiente não é tão diferente. Na verdade, a CA nos contou sobre um teste feito internamente em que mostraram aos engenheiros duas instâncias Linux: uma em um mainframe e a outra em um x86. A maioria não soube diferenciá-los.

Portanto, a preocupação da equipe pode ser real, mas não é nada insuperável. Se você conseguir unir as equipes de sistema operacional e aplicativos, o próximo passo deve ser ultrapassar a barreira da virtualização. Mais uma vez, pouquíssimas empresas estão utilizando a virtualização como uma estratégia corporativa única por todas as plataformas. A maioria trabalha em silos de departamentos sem coordenação completa.

Nossa pesquisa mostrou uma variedade de hosts, como VMware, z/VM e Citrix como os três ambientes mais requisitados. No entanto, há uma desconexão clara quando se trata do processo de seleção da plataforma. A maioria das empresas que não usa mainframe, nem sequer considera big iron como opção para virtualizar seus ambientes distribuídos.

Mesmo que uma empresa tenha mainframe, 24% ainda não o consideram uma opção para virtualização de servidor distribuído. Isso é pura miopia. Não há apenas uma possível experiência significativa no fundamento da virtualização pelo lado do mainframe, mas é bem provável que você já tenha pagado pela licença.

A IBM revisou e adicionou novas ferramentas aos seus programas há alguns anos, incluindo licenças separadas para Linux e z/VM. Mas isso não significa que apenas áreas distribuídas deveriam considerar o uso de mainframe, é claro, mas se você já tem um, seu plano de virtualização Linux pode aumentar o investimento existente, especialmente se o banco de dados principal é direcionado para os servidores Linux que estão em mainframe.

No entanto, também não estamos dizendo que tudo deve ser virtualizado, em mainframe ou em qualquer outra coisa. Sempre haverá casos em que instalações tradicionais serão feitas - sistemas com periféricos integrados, aplicativos que fazem ligações entre hardware e ferramentas de segurança também. Mas as áreas de TI que não têm planos de virtualização provavelmente ainda estão agarradas aos seus CDs de Banyan Vines, esperando pela ressurreição.

Charlie Weston, vice-presidente de TI de um dos grupos da Winn-Dixie, confirma os níveis de confiança e foco que uma área integrada pode ter quando se trata de virtualizar um ambiente Windows. No momento, a Winn-Dixie está “virtualizando tudo” e trazendo o processamento de sites remotos de volta a um centro virtualizado. A escolha da plataforma de virtualização (mainframe ou x86) depende apenas de qual delas é mais apropriada para o aplicativo. Essa sim é uma trégua que todos podemos adotar.

Fatos rápidos: O que mais os CIOs precisam levar em consideração ao unir equipes?

  1. A “gigante azul” (IBM) domina o big iron: ainda há alguns jogadores sobrando, incluindo a Hitachi e a Unysis, mas 96% dos nossos entrevistados citaram a IBM como fornecedor de mainframe.
  2. A ineficiência é excessiva quando as equipes não estão unidas: backups, manutenção, recuperação de danos, adaptação - é tudo duplicado.
  3. Existem aplicativos para mainframe nas nuvens: a IBM projetou uma visão DB2 nas nuvens, e existem outras opções em Cobol - mas tudo ainda está em um estágio inicial, é muito cedo para usar em suas operações.
  4. Virtualização é antiquado para equipe de mainframe: equipes distribuídas que ignorarem essa oportunidade perderão percepções operacionais.
  5. Nada de Windows: aceite o fato de que é pouco provável que a Microsoft algum dia portará o Windows para mainframe e arriscará sua parceria com a Intel.

*Michael Healy é o presidente do grupo Yeoman Technology e um colaborador da InformationWeek e da Network Computing. Ele tem mais de 23 anos de experiência em tecnologia e integração de software.

Fonte: ITWEB: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=60403&utm_source=newsletter_20090827&utm_medium=email&utm_content=Mainframe%20e%20computa%C3%A7%C3%A3o%20distribu%C3%ADda:%20a%20conex%C3%A3o%20Linux&utm_campaign=ITWebDirect

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Smartphones da Nokia serão baseados em Linux

4 dezembro 2008 por Angelo M. Rodrigues

A Nokia planeja usar o sistema operacional Linux nos seus modelos de celular mais avançados, segundo um importante executivo da companhia.

“Na perspectiva a longo prazo, o Linux será uma alternativa para os nossos aparelhos mais sofisticados”, disse Okko Lappalainen, vice-presidente da unidade de mercados da Nokia, durante a conferência “Nokia World”, que aconteceu está semana em Barcelona, na Espanha.

O papel do software open-source Linux na indústria de handsets ganhou destaque após o Google revelar sua plataforma Android, que é baseada em Linux.

Porém Lappalainen garantiu que a Nokia preferirá desenvolver sua própria plataforma baseada em Linux.

Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/122008/03122008-4.shl

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Mega entrevista sobre a Conectiva (parte 1 de 2)

21 novembro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Quando comecei este Blog, enviei uma mensagem para a lista de discussão da TI Brasil perguntando sobre o que o pessoal achava que deveria ter de conteúdo e a única pessoa que me respondeu foi o Paulo Vinícius, indicando que uma entrevista ou artigo que contasse a história da Conectiva seria muito interessante para todos do Software Livre!

Não fui eu que escrevei, nem pude entrevistar estas pessoas, mas ótima iniciativa do pessoal do TickTack!

Esta é uma edição especial do TickTack!  Desta vez não teremos notícias nem comentários, somente uma mega-entrevista sobre a Conectiva. Participam deste programa Marcelo Toledo, como entrevistador; Rodrigo Stulzer e Arnaldo Carvalho de Melo, representando os fundadores da empresa e Elvis Pfützenreuter e Aurélio Marinho Jargas representando os funcionários.

Falamos da história da Conectiva e como tudo começou, além de várias passagens interessantes nos 10 anos de vida da empresa que já foi a principal distribuição Linux do Brasil e da América Latina. Como surgiu a distribuição, como eram os codinomes internos, o esquema de desenvolvimento, a informalidade interna, as brincadeiras e as discussões.

Também se fala das várias fases, desde a sede onde nasceu o Conectiva Linux, passando pelos investimentos e a compra pela Mandrake.

Como a entrevista ficou bem grande, a separamos em duas partes. Hoje você escuta a primeira e daqui a quinze dias estará no ar a segunda e última parte.

Comente! Divulgue o TickTack a um amigo! É assim que você retribui o nosso trabalho!

Tempos deste episódio:

01:02 - Como tudo começou
02:59 - ACME programador Kernel do Linux
04:35 - Rodrigo Stulzer
06:09 - Javali, um dos primeiros clientes
06:57 - Aurélio, primeiro funcionário registrado
08:19 - Elvis Pfützenreuter
11:46 - Tomando o rumo de distribuição Linux
14:11 - Primeira versão da distribuição
17:44 - Quantas cópias imprimir?
18:54 - Nome da distribuição
19:33 - Reportagem na INFO Exame, Pinguim tropicalizado
20:29 - Segunda versão da distribuição
22:15 - Número de cópias para Fenasoft
22:36 - Curso de RPM
24:38 - Ritmo da empresa
25:30 - Equipe da distribuição
28:08 - Trazendo talentos
30:19 - Formação de mão de obra
32:17 - Aurélio remove o $HOME de todo mundo!
35:47 - Presidiário envia carta para Conectiva
38:32 - O primeiro investimento
45:13 - Números da empresa

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Fonte: http://ticktack.com.br/2008/11/13/ticktack-beta-9-mega-entrevista-sobre-a-conectiva-parte-1-de-2/

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