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Como fica sua privacidade com o novo atrevimento do Google

3 fevereiro 2012 por Angelo M. Rodrigues

Texto Retirado do Site Dicas-L

Por José Antonio Milagre

Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

O que realmente pode acontecer a partir de 1 de março de 2012 com a vigência da “camisa de força digital”?

Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de 1 março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.

Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.

Primeiramente, na verdade, nada é para melhorar a “comodidade dos internautas”. Você realmente acredita nisso? O fato é que hoje, além da política de privacidade geral, alguns serviços do provedor tinham regras próprias, adicionais. Com a nova política, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma única regra. E o que tem de mal?

Em se unificando as políticas o Google também se cria o permissivo para o mesmo utilizar o que já estruturou antes de consultar o cidadão: Um grande centro de mineração de dados, um poderoso cérebro de cruzamento, que agora, agrupará informações de todos os serviços, antes separados, isolados.

Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços, Blogger, Orkut, Docs, etc., quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obterem dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.

Imagine que você faz uma pesquisa relacionada a sexualidade no buscador e neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca, no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?

Você está no caminho de uma reunião. O tráfego parece estar diminuindo. Um texto surge: “Você vai se atrasar, pegue a próxima saída para a rota alternativa”. Você realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou sua localização de seu celular Android e além disso fuçou no seu Calendar, para saber para onde você ia e quais seus compromissos!

Segundo a revista Scientific America, teríamos também um problema grave de integração de dados entre contas diferentes. Imagine que você tem uma conta pessoal (usada para diversão) e outra profissional? Você gostaria de ter a integração entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…

A revista vai além, e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?

Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de Internet, com cabeçalhos HTTP, IPs, localização geográfica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas mãos das pessoas erradas?

Cada serviço do Google tem sua característica o que demanda proteções adicionais de privacidade. Não se pode, em prejuízo do principio da especificidade (ou especialidade), conceder a serviços distintos regras idênticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade específica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros serviços? Sim! Não existe finalidade!E aliás, esta unificação parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o serviço do Google que mais lhe dá direitos em relação a dados de usuários, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.

Não se trata de comodidade, mas de estratégia para anúncios focados, para lucrar com seus dados. Igualmente, é obscura a declaração da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em relação a privacidade”. Fica clara a intenção, favorecer quebras de sigilo, investigações e anúncios publicitários.

E para o usuário o que resta? Não fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experiências”. Não! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combinação, conexão e intercâmbio de informações. Lembrando que pelo anteprojeto de Lei de proteção de dados pessoais, toda a combinação de informações deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usuário, que aliás poderá revoga-la a qualquer momento. Não devemos buscar somente o direito de desligar anúncios, mas de desligar esta correlação de informações. Não devemos buscar o direito de limpar o histórico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…

O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria das saídas, ou não fazer loggin ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?

É hora de buscarmos nossos direitos inerentes a privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informação que o provedor coleta sobre nós, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudanças suspeitas nas regras do jogo, como a presente. Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed. Markey e Joe Barton já solicitaram a Federal Trade Comission (FTC), a investigação das violações a privacidade estampadas pela nova política (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usuários.

Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos, anunciantes, empresas, governo e ao próprio

Google que terá mais tráfego em seus serviços.

Você pode até pensar, “Ora, mas o Google já faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma política em que, ou você concorda ou está praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que também defendam nossa privacidade no Congresso.Pense, e veja se não é hora de exigir de nossos Congressistas maior atenção a estes temas e aos nossos direitos.

Aliás, para nós, nossos direitos, para o Google, “idéias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente você acredita que oferecer lembretes de sua reunião é mais importante do que seus dados e seu sagrado direito a privacidade?

Continue achando que o que é de graça não se questiona. Não há nada de graça, o preço de tudo isso, são seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em síntese, como bem disse Jeff Chester, um cão de guarda da privacidade, Diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de março, receberemos uma “camisa de força digital”, forçados a compartilhar informações pessoais, sem defesa.

Até quando a destruição de nosso direito a privacidade será coberto pelo falso manto da “otimização da experiência do usuário”? Não queremos novas experiências impostas, mas liberdade para construí-las, quando bem nos convier.

Fonte: Dicas-L - Coluna LegalTech

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TI Software livre economiza R$380 milhões ao governo

20 agosto 2010 por Angelo M. Rodrigues

A adoção de softwares livres, programas de computador que podem ser usados gratuitamente, possibilitou uma economia de R$ 380 milhões ao governo federal até 2008.

Segundo o coordenador do Programa de Software Livre do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Paulo Pastore, nos últimos dois anos, essa economia pode ter dobrado.

“É um dinheiro que pode ser investido em outras áreas, na construção de hospitais, escolas, ou também pode ser reinvestido na contratação de mais gente para as áreas de tecnologia do governo”, avalia.

O tema começou a ser discutido hoje (18) no 3º Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico, que reúne mais de 5 mil pessoas em Brasília. O evento vai até a próxima sexta-feira (20).

Outra forma de o governo economizar com tecnologia da informação é a computação em nuvem, ou cloud computing, que permite o acesso de arquivos e programas remotamente, por meio de uma rede. Segundo Pastore, um dos usos possíveis dessa tecnologia ocorre no recebimento das declarações do imposto de renda pela Receita Federal.

“Todos os anos, quando chega a época da entrega do imposto de renda, a gente tem uma grande necessidade de servidores, então temos que comprar ou realocar cerca de 30 servidores. A ideia é que, em vez de termos 30 servidores só para imposto de renda, que na outra parte do ano vão ficar ociosos, vamos ter uma nuvem com 100 servidores. Os serviços que tiverem pico vão ocupar a parte que está ociosa, independentemente de ser um servidor dedicado apenas para imposto de renda, vários serviços vão estar rodando lá”, explica o representante do Serpro.

Para a coordenadora do Programa de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Karin Brietman, o país está avançado do ponto de vista do desenvolvimento de tecnologia para a computação em nuvem, mas ainda falta rapidez de inovação, tanto na formação de pessoas hábeis para trabalhar com essas novas tecnologias como na criação de empresas que funcionem de maneira mais ágil no mercado.

Segundo ela, o maior gargalo ainda é o acesso à banda larga. “Mas imagino que o Plano Nacional de Banda Larga vai ser o divisor de águas, vamos ter uma infraestrutura tecnológica que realmente dê conta de suportar a mudança de todos os softwares para um modelo de nuvem”, avalia.

O presidente da Telebras, Rogério Santanna, também participou do evento e disse que a implantação do Plano Nacional de Banda Larga será fundamental para a adoção da computação em nuvem no país. “A possibilidade de compartilhar as informações não é possível sem dispor de uma infraestrutura adequada.”

A meta de levar a conexão em alta velocidade a 100 cidades ainda este ano está mantida, segundo Santanna, mesmo com o atraso da publicação dos termos de referência para os editais de licitação para contratação de serviços e equipamentos necessários para dar início ao projeto.

Ele disse que o edital deve ser publicado até o fim deste mês e que, até o fim de setembro, a licitação deverá estar concluída. “O edital é de uma grande complexidade e é importante a gente gastar muito tempo melhorando a qualidade do edital para evitar depois problemas e discussões jurídicas em torno dele”, afirma.

Fonte e Diversos Comentários: Info

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Curso gratuito aborda Adobe Flex e Air

8 dezembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

A ENG anunciou a data de seu curso gratuito que deve que deve abordar duas plataformas da Adobe, a Flex e a Air.

Com três horas de duração, as apresentações acontecem esta semana em Brasília e São Paulo. Elas devem abordar os aspectos básicos das tecnologias.

O curso gratuito ensinará como são criados os recursos de Rich Client para aplicações sofisticadas Client-Server, aplicações com interfaces inteligentes através da internet, atualmente conhecidas como Client-Cloud.

Em Brasília a atividade oferece 30 vagas e será no dia 9 de dezembro, das 9h30 às 12h30. O curso acontece no auditório da ENG Brasília, no SBS Qd 02 Lote 15 Bloco E, Edifício Prime. A empresa afirma que o acesso pode ser feito pela estação Galeria dos Estados do metrô.

Em São Paulo, o curso oferece 20 vagas e será no dia 10 de dezembro das 8h45 às 12h, no Centro de Treinamento da ENG, Rua Martins, 198, Butantã. Ao todo são 20 vagas para a capital paulista.

Mais informações e inscrições no site oficial da ENG.

Fonte: Info

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Programa gratuito ajuda a economizar papel na impressão

2 dezembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Software ‘Greenprint’ alerta usuário sobre o desperdício.
Objetivo é proteger o ambiente e reduzir emissão de CO2.

Descobri um software chamado GreenPrint World muito interessante, que faz você economizar nas impressões e abraçar a causa “verde”.
O programa orienta o usuário a gastar menos papel na hora da impressão. Uma situação comum é sair aquela última página apenas com uma ou duas linhas e acabar indo pro lixo. Ou então, pior: ao imprimir no Excel, por exemplo, saem várias páginas com pedaços da sua planilha e nada se aproveita, seja porque esquecemos de ajustar a área de impressão ou de dar uma pré-visualizada pra ver como ia sair. Em resumo, desperdício atrás de desperdício!
E não só desperdício de papel, mas de tempo também. Agora imagine esses casos multiplicados diversas vezes por dia e em todo o mundo. Quando começamos a fazer as contas: tantas pessoas em casa mais tantas empresas com tantos funcionários… parecem assustadores os números de papéis jogados fora por inobservância de detalhes de configuração.
Então, para tentar dar um basta ou, ao menos, reduzir significativamente essa condição agressiva à natureza, o fabricante GreenPrint Technologies criou um software capaz de identificar essas situações desastrosas e corrigi-las. Com o GreenPrint World, esses casos corriqueiros tendem a ser coisa do passado. E a natureza agradece.

Foto: Reprodução

Software ajuda a poupar papel nas impressões. (Foto: Reprodução)

Como funciona?
O programa se instala como uma espécie de impressora virtual, bem semelhante àqueles programas que geram PDF. Na hora que você mandar imprimir pela impressora criada pelo GreenPrint World, se ele notar que uma página vai ficar com pouquíssimas linhas, faz o alerta: mostra em vermelho quantas e quais páginas são potenciais desperdícios.

Porém, deixa a seu critério imprimir tudo ou descartar o apontado como desnecessário, apesar de — por padrão – considerar a impressão sem perdas. Outra opção é imprimir para um arquivo PDF ou enviar o PDF por e-mail. Dessa forma, economiza-se — mesmo – 100% de papel. Na versão mais nova existe, ainda, o recurso de não imprimir as imagens.

E mais: o software gera estatísticas de impressões que você deixou de fazer e mostra o quanto economizou. Ele também exibe, num belo gráfico, a emissão evitada de CO2, assim como as árvores economizadas.

Foto: Reprodução

Programa gera estatísticas de quanto o usuário economizou e quanto evitou de emitir CO2 na atmosfera. (Foto: Reprodução)

Fica aí a dica para reduzir os gastos e proteger o ambiente ao mesmo tempo!

Fonte: G1 Tecnologia

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Palestra Gimp - Vídeos disponiveis no Youtube

8 outubro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

Data de Publicação: 08 de October de 2009

No dia 20 de agosto de 2009, o Centro de Computação da Unicamp promoveu uma
palestra sobre o software Gimp, ministrada por João S.O. Bueno. O João é
o responsável pela tradução para português do Brasil do GIMP, e colabora
diretamente no seu desenvolvimento.

A palestra, que durou quase três horas, entre a apresentação e a sessão de
perguntas, foi dividida em diversos blocos, segundo o tema, e publicada na
íntegra no Youtube.

Praticamente, é um curso completo de Gimp. A seguir, a relação dos blocos
devidamente ligados para sua localização no YouTube. Aproveitem!

1. Apresentação (http://www.youtube.com/watch?v=0JkaokNFc-0) - Introdução da palestra realizada no CCUEC/Unicamp, onde se apresenta quem é JB Oliveira.
2. Sobre a interface (http://www.youtube.com/watch?v=DAPZ-W6k4Jw) - Apresentando a interface do Gimp; a diferença entre a ferramenta lápis e a ferramenta pincel.
3. Trabalhando com a curva de cores (http://www.youtube.com/watch?v=fRYFnqWjlww) - como corrigir cor de imagens fotográficas com a curva de cores.
4. Configurando janelas (http://www.youtube.com/watch?v=xyodeFo_STI) - Como configurar janelas no Gimp.
5. Arrumando cores e enquadramento (http://www.youtube.com/watch?v=XXa1hvaTEXY) - Usando a curva de cores e a ferramenta de corte para arrumar suas fotos.
6. Usando a ferramenta de corte (http://www.youtube.com/watch?v=rc547UiTx58) - Como arrumar suas fotos usando a ferramenta de corte
7. Usando a seleção para mudar cor (http://www.youtube.com/watch?v=0PAZ6qXYyP4) - Como utilizar a ferramenta seleção para a correção de cores.
8. Usando a seleção para mudar o fundo - Como usar a ferramenta seleção para fazer fotomontagens - Parte 1 (http://www.youtube.com/watch?v=5k0v1tynrVY), Parte 2 (http://www.youtube.com/watch?v=gX6_ijhtawU), Parte 3 (http://www.youtube.com/watch?v=i1jJg1HiU9g).
9. Mais sobre correção de cores (http://www.youtube.com/watch?v=_ahraH2KvDI) - Mais informações sobre correção de cores.
10. Diferença de cores entre monitores; padrão CMKY (http://www.youtube.com/watch?v=2OHznwvd1sc) - Por que as cores ficam diferentes num projetor e na tela de um computador?  E por que o Gimp não trabalha com CMKY  se não tiver um plugin instalado?
11. Efeitos em texto (http://www.youtube.com/watch?v=qPZCNXJSLkg) - Criando texto para capas de trabalho e afins.
12. Tamanho e resolução de imagens (http://www.youtube.com/watch?v=ruT77×4sHwI) - Configurando o tamanho e a resolução de imagens no Gimp
13. Plugins (http://www.youtube.com/watch?v=ruT77×4sHwI) - Sobre os plugins para Gimp
14. De colorido a P&B (http://www.youtube.com/watch?v=NflBlvPaOYc) - Transformando suas fotos coloridas em fotos preto e brancas.
15. Textos e Efeitos - Mais informações sobre efeitos em textos - Parte 1 (http://www.youtube.com/watch?v=GAUqAl7aEWc), Parte 2 (http://www.youtube.com/watch?v=PPrep99jcg0), Parte 3 (http://www.youtube.com/watch?v=GAUqAl7aEWc).
16. Um pouco de tudo Respostas às dúvidas do público (http://www.youtube.com/watch?v=sMuV6EZufdg)
17. Formato de arquivos (http://www.youtube.com/watch?v=kNJiKiMmNY4) - Sobre as extensões de arquivos suportadas pelo gimp.

Fonte: E-mail do Dicas-L

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Confira 20 coisas que a internet está destruindo

21 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

Desde que o uso da internet se generalizou, há cerca de 10 anos, provocou grandes mudanças nas nossas vidas, algumas positivas, outras negativas. Tarefas que precisavam de dias para serem feitas, hoje são realizadas em segundos, enquanto tradições e habilidades que surgiram e cresceram ao longo dos séculos, hoje não passam de redundâncias.

Em uma reportagem especial publicada esta semana, o jornal britânico Telegraph compilou uma lista das 50 coisas que estão sendo destruídas pela internet, “desde produtos e modelos de negócios até experiências de vida e hábitos”. A lista inclui também algumas coisas que sofreram a influência de outros meios de comunicação modernos, como os telefones celulares e os sistemas de navegação GPS.

Confira abaixo uma lista reformulada e adaptada com 20 coisas, entre hábítos e posturas sociais, que a internet está destruindo:

1 - A arte de discordar educadamente
As discussões insignificantes dos iniciantes do YouTube podem não ser representativas, mas certamente a internet aguçou o tom dos debates. O mundo dos blogs parece incapaz de aceitar as diferenças de opinião. E os trolls crescem em cada canto da web.

2 - Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade
O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. Algumas de muito mau gosto, mas um antídoto para o “luto” dos fãs que, de outra forma, predominaria.

3 - Ouvir um disco do início ao fim
Os singles são um dos benefícios improváveis da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que valem a pena terão a audiência que merecem?

4 - Pontualidade
Antes dos celulares, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao restaurante na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos antes para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias descartáveis da era da conectividade.

5 - Listas de telefone
Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas.

6 - Lojas de música
Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio.

7 - Memória
Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipedia, o “mero” armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.

8 - Concentração
Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.

9 - Decorar números de telefone
Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo.

10 - Teorias conspiratórias
A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.

11 - Preencher formulários na última página dos livros
O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como “Clientes que compraram este livro também compraram…”

12 - Álbuns de fotos e projeções de slides
Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.

13 - Depender de agentes de viagens para marcar férias
Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote “imperdível”. Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.

14 - Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy
A onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais temidos ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de pornografia. Porque tremer na fila para comprar a última Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto na sua cama?

15 - Relógios de pulso
Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.

16 - Artistas ainda não descobertos
Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.

17 - Escrever cartas
E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequencia, frases de despedida formais como “Com as melhores saudações” foram substituídas por um simples “Valeu”.

18 - Matar tempo
Quando foi a última vez que você passou uma hora olhando o mundo pela janela, ou lendo novamente seu livro favorito? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.

19 - Assistir televisão acompanhado
A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.

20 - O intervalo de almoço
Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduíche enquanto responde e-mails pessoais e confere as últimas promoções de passagens aéreas?

Fonte: Portal Terra - Tecnologia

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Brasil quer ser referência mundial em software livre em ambiente de redes de colaboração

15 setembro 2009 por Angelo M. Rodrigues

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) quer transformar o Brasil em um centro internacional de referência em software livre, dentro de um ambiente de redes de colaboração. Para isso, é preciso avaliar fatores como a qualidade do produto e o processo de desenvolvimento, destacou hoje (10) Jarbas Lopes Cardoso, coordenador de projetos de cooperação do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, do MCT.

A expectativa é colocar à disposição da sociedade, em outubro próximo, em uma comunidade que vai se chamar 5CQualiBR, os primeiros resultados do projeto, que incluem modelos de testes, avaliação de produtos e processos.

Ele explicou que dentro de um ambiente restrito de empresas já há coisas que são consolidadas internacionalmente. No Brasil, as questões nesse ambiente empresarial são resolvidas em um nível muito bom, disse Cardoso. As empresas têm seus próprios métodos de gestão, destacou.

“Mas, na hora em que você passa para um ambiente de colaboração, onde as pessoas estão distribuídas via rede e, na maioria das vezes, trabalhando de boa vontade, fica difícil administrar tudo isso com regras tradicionais de gestão de projetos. O CTI Renato Archer está preocupado com isso”, disse Cardoso.

Segundo ele, há indagações que ainda buscam respostas. Entre elas, ele mencionou como “qualificar uma contribuição vinda de uma rede de cooperação, como aquilo foi criado, como a gente pode confiar nas respostas e na rapidez dessas respostas”.

O CTI do MCT está estudando casos de sucesso, como o software público brasileiro, para poder replicar. O objetivo é fortalecer a indústria nesse novo ambiente de colaboração livre para gerar novos negócios e, consequentemente, riqueza social. No momento, o CTI está verificando o acesso à comunidade que será criada (5CQualiBR). “Como tem uma demanda potencial para isso, a gente não quer que a infraestrutura não dê conta do acesso”, explicou Cardoso.

Alguns testes preliminares estão sendo feitos com o objetivo de expandir o projeto, que está aberto à contribuição da indústria e da comunidade que participa e vive da tecnologia da informação, afirmou o coordenador do CTI Renato Archer. Cardoso participou hoje (10) do Encontro de Negócios em Software Livre, no Rio Info 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/09/10/materia.2009-09-10.2016058700/view

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Quer passar nervoso: Tente assinar NET HD !!!

31 agosto 2009 por Angelo M. Rodrigues

É… realmente as histórias de amigos que se deram mal assinando a NET estão aumentando e ela está ficando igual a Telefônica: péssima em atendimento.

Abaixo segue uma matéria que saiu no IT Web:

A falta de competitividade no setor de Telecomunicações no Brasil é realmente revoltante e acaba transformando clientes em palhaço de empresas que esqueceram (ou nunca souberam) como tratar com o mínimo de decência e dignidade um cliente.

Como assinante da NET, estou tentando há mais de um mês assinar um pacote de HDTV deles. A propaganda do serviço digital em alta definição deles atormenta 24 horas por dia em todos os canais retransmitidos pela empresa.

Há cerca de um mês, entrei em contato com a central de atendimento deles, solicitando a troca do meu pacote por um pacote HD. Fui informado pela atendente que a comercialização do pacote estava suspensa pela central de atendimento e que ele só poderia ser solicitado via Internet. Fui então fazer a solicitação pela Internet e ao término do processo, me pediram para aguardar o contato.

Passados alguns dias, como não recebi nenhum contato da NET, fiz nova solicitação e desta vez, anotei o número de protocolo. Com o número em mãos, aproveitei e abri uma reclamação via Internet na ouvidoria deles… ganhei mais um número de protocolo.

Quase dez dias após o último contato, como não fui contactado por ninguém, resolvi cancelar minha assinatura e contratar outra empresa de TV a Cabo com pacote de Alta Definição e aí apareceu um problema: Com a comercialização do Speedy suspensa, eu ficaria sem Internet, pois em casa só tenho o Speedy e a NET como opção (3G “de verdade” aqui perto é lenda urbana). Como não posso ficar sem acesso á rede, tive que tentar mais uma vez a maldita central de atendimento da NET, que aliás poderia ser chamada “Central de Número de Procotolo”, pois é só isso que eles fazer: Te dão um número de protocolo e dane-se (quem mandou a lei exigir apenas o “número de protocolo”… deveriam ter escrito lá que as empresas deveriam também prestar o serviço, pois sem isso na lei, tá difícil mesmo).

Depois de mais de 10 tentativas, consegui finalmente falar com a Central de des-Atendimento. Depois de passar quase 30 minutos no telefone, aguardando as respostas do sistema que “estava lento”, e depois de uma “queda de linha” que me fez começar tudo de novo, consegui finalmente trocar meu pacote e agendar a visita para a instalação. Agendei para a última quinta feira, mas por uma emergência na família fui obrigado a adiar para hoje, no período da tarde.

Passei a tarde inteira aqui, sentado feito um imbecil, aguardando o técnico da NET vir instalar os novos equipamentos. Eu havia lhes avisado que em no condomínio onde moro não podem entrar prestadores de serviço após as 17:00hs e vi no relógio que já eram 16:20, resolvi ligar lá para entender o que estava acontecendo.

A atendente da “Central de Protocolo” me informou com a maior calma do mundo que “consta no sistema que sua visita foi reagendada”. Eu perguntei “quem reagendou” e ela só repetiu o que já havia dito… Não preciso dizer que quase tive um infarto no telefone, que piorou quando ela me informou que o técnico deveria ter me contactado para reagendar… ou seja, se eu não ligasse lá, ia apodrecer aqui esperando o técnico e como a função da Central é dar número de protocolo, eu nem ia ficar sabendo do reagendamento.

Para aumentar meu ódio, a próxima data possível para agendamento é quinta feira (ou seja, mais de 10 dias após da data em que eu solicitei a instalação !!!). Quando lhe perguntei que garantia eu teria de que a instalação seria mesmo feita, ela me disse que não podia fazer nada e que eu tinha que ficar aguardando no período agendado.

Indignado com este absurdo, liguei para a Ouvidoria da NET, que é outra inútil central de protocolo deles.

Quando expliquei para a atendente o que havia ocorrido e lhe passei o protocolo da solicitação, com a maior calma do mundo ela informa que “Consta no sistema que o técnico foi até o local e que o cliente não estava”… outro início de infarto, e com ódio mortal, pois desta vez ainda tive que ouvir um “se o senhor não estava em casa, não podemos fazer nada.” Além de me fazer de otário ainda me chamam de mentirosos.

Gritei feito louco no telefone, e me dá vontade de ir até uma delegacia registrar um boletim de ocorrência, pois isso só pode ser um crime. Não veio ninguém da maldita NET ao meu prédio e depois que consegui explicar isso para a atendente, que parecia estar me fazendo um favor ao telefone e me pedindo para “manter o tom”, depois de passar o dia esperando a incompetência deles…

Mais legal foi quando ela disse que a ouvidoria pode registrar a reclamação e que eles têm 30 dias para me dar um retorno… acredite se quiser, 30 dias !!! (e claro, ganhei mais um número de protocolo)…

Quando lhes perguntei sobre a próxima visita, se havia alguma forma de garantir que ela fosse realmente feita, me disseram que não podem fazer nada…

Estou agora com este monte de número de protocolo e vou ser obrigado a abrir um chamado na ANATEL (mais um), só que terei que faze-lo por telefone, pois o site da ANATEL não funciona em Linux !!!

Não tenho mais esperança alguma de ver as empresas de Telecom deste país tratar com o mínimo de dignidade e respeito seus clientes, sem termos uma agência reguladora que defenda de verdade os interesses dos usuários. A falta de concorrência para esta corja de incompetente também é terrível e realmente a minha única esperança é que um dia o avanço do vídeo sob demanda e da voz sobre IP transforme estas empresas em meros provedores de acesso á Internet, se é que eles têm o mínimo de competência para tal.

Resolvi escrever este post pois infelizmente não é a primeira vez que sou vítima  desta palhaçada da visita fantasma da NET neste ano e conheço amigos que têm enfrentado dificuldades piores com eles… Penso ainda que precisa de mais do que incompetência para esta lambança toda e não iria me surpreender se uma investigação séria constatasse que parte desta enrolação é proposital, para que possam manter uma estrutura mínima, enrolando seus clientes.

E antes que me esqueça, finalmente descobri o que significa Skavurska = “Se ferrou otário” !!!

Fonte: IT WEB: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=86

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Ponto de Integração Central: O Ambiente Linux

27 agosto 2009 por Angelo M. Rodrigues

É ótimo ver que empresasa a beira da falência resolvem apostar suas fichas no software livre e, com isso, conseguem se reerguer e ter um diferencial computacional invejável.

Mainframe e computação distribuída: a conexão Linux

Nesta segunda parte do especial, você entenderá como o ambiente de código aberto pode reunir mainframe e computação distribuída

A quase falência da empresa Winn-Dixie foi um processo doloroso que acabou por criar uma área de TI nova e melhor; a companhia de alimentos hoje mostra resultados financeiros sólidos. Uma forma menos radical de unir as equipes e fazê-las colocar de lado as diferenças e focar no negócio é ir direto para o ponto de integração central: seu ambiente Linux.

Não o sistema operacional em si, mas os aplicativos. “Se você está focado em serviços web com mecanismo Linux, você nem sequer deveria pensar em plataforma. Ela só importa quando você começar a mapear seus dados. Deixe que seu banco de dados base e o desempenho necessário digam qual plataforma hospeda os servidores de aplicativos. A resposta, normalmente, está bem na sua frente, se você estiver prestando atenção”, disse Mark Malinoski, arquiteto-sênior de aplicativos de uma empresa de plano de saúde nos Estados Unidos que já trabalhou com os dois ambientes.

Leia também a primeira parte da reportagem: Duas tribos, um futuro: o uso de mainframes em TI

O problema é que muitos de nós não prestamos atenção. Enquanto 89% dos entrevistados que têm Linux em mainframe também o usam nas plataformas distribuídas, apenas 27% deles têm uma equipe única coordenada via Linux. O restante tem grupos separados, às vezes com pouca ou nenhuma integração. Aqui está um fruto real ao alcance das mãos. Os CIOs podem não só levar melhor as duas equipes, mas também podem colocá-los no caminho certo para trabalharem juntos no sistema operacional. No entanto, não espere que ninguém se anime.

Um diretor da instituição financeira Midwest disse que seu grupo está, efetivamente, olhando para z/VM, mas está sendo desencorajado. “A equipe do Linux está com medo de herdar o z/OS quando os que o usam hoje se aposentarem”, disse ele. Eles não precisam se preocupar porque o ambiente não é tão diferente. Na verdade, a CA nos contou sobre um teste feito internamente em que mostraram aos engenheiros duas instâncias Linux: uma em um mainframe e a outra em um x86. A maioria não soube diferenciá-los.

Portanto, a preocupação da equipe pode ser real, mas não é nada insuperável. Se você conseguir unir as equipes de sistema operacional e aplicativos, o próximo passo deve ser ultrapassar a barreira da virtualização. Mais uma vez, pouquíssimas empresas estão utilizando a virtualização como uma estratégia corporativa única por todas as plataformas. A maioria trabalha em silos de departamentos sem coordenação completa.

Nossa pesquisa mostrou uma variedade de hosts, como VMware, z/VM e Citrix como os três ambientes mais requisitados. No entanto, há uma desconexão clara quando se trata do processo de seleção da plataforma. A maioria das empresas que não usa mainframe, nem sequer considera big iron como opção para virtualizar seus ambientes distribuídos.

Mesmo que uma empresa tenha mainframe, 24% ainda não o consideram uma opção para virtualização de servidor distribuído. Isso é pura miopia. Não há apenas uma possível experiência significativa no fundamento da virtualização pelo lado do mainframe, mas é bem provável que você já tenha pagado pela licença.

A IBM revisou e adicionou novas ferramentas aos seus programas há alguns anos, incluindo licenças separadas para Linux e z/VM. Mas isso não significa que apenas áreas distribuídas deveriam considerar o uso de mainframe, é claro, mas se você já tem um, seu plano de virtualização Linux pode aumentar o investimento existente, especialmente se o banco de dados principal é direcionado para os servidores Linux que estão em mainframe.

No entanto, também não estamos dizendo que tudo deve ser virtualizado, em mainframe ou em qualquer outra coisa. Sempre haverá casos em que instalações tradicionais serão feitas - sistemas com periféricos integrados, aplicativos que fazem ligações entre hardware e ferramentas de segurança também. Mas as áreas de TI que não têm planos de virtualização provavelmente ainda estão agarradas aos seus CDs de Banyan Vines, esperando pela ressurreição.

Charlie Weston, vice-presidente de TI de um dos grupos da Winn-Dixie, confirma os níveis de confiança e foco que uma área integrada pode ter quando se trata de virtualizar um ambiente Windows. No momento, a Winn-Dixie está “virtualizando tudo” e trazendo o processamento de sites remotos de volta a um centro virtualizado. A escolha da plataforma de virtualização (mainframe ou x86) depende apenas de qual delas é mais apropriada para o aplicativo. Essa sim é uma trégua que todos podemos adotar.

Fatos rápidos: O que mais os CIOs precisam levar em consideração ao unir equipes?

  1. A “gigante azul” (IBM) domina o big iron: ainda há alguns jogadores sobrando, incluindo a Hitachi e a Unysis, mas 96% dos nossos entrevistados citaram a IBM como fornecedor de mainframe.
  2. A ineficiência é excessiva quando as equipes não estão unidas: backups, manutenção, recuperação de danos, adaptação - é tudo duplicado.
  3. Existem aplicativos para mainframe nas nuvens: a IBM projetou uma visão DB2 nas nuvens, e existem outras opções em Cobol - mas tudo ainda está em um estágio inicial, é muito cedo para usar em suas operações.
  4. Virtualização é antiquado para equipe de mainframe: equipes distribuídas que ignorarem essa oportunidade perderão percepções operacionais.
  5. Nada de Windows: aceite o fato de que é pouco provável que a Microsoft algum dia portará o Windows para mainframe e arriscará sua parceria com a Intel.

*Michael Healy é o presidente do grupo Yeoman Technology e um colaborador da InformationWeek e da Network Computing. Ele tem mais de 23 anos de experiência em tecnologia e integração de software.

Fonte: ITWEB: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=60403&utm_source=newsletter_20090827&utm_medium=email&utm_content=Mainframe%20e%20computa%C3%A7%C3%A3o%20distribu%C3%ADda:%20a%20conex%C3%A3o%20Linux&utm_campaign=ITWebDirect

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Invasão no site da Oi dissemina vírus para cerca de 140 mil usuários

8 dezembro 2008 por Angelo M. Rodrigues

É… A OI entrou no mercado de São Paulo como uma alternativa as operadoras de telefonia celulares existentes aqui, entrou com preços agressivos, o que fez muita gente consultar o site deles.

Ainda bem que esse vírus foi só na parte de Envio de SMS, se fosse no resto do site, muitas empresas estariam com vírus em seus micros….

PS: Ainda bem que eu uso Linux…. rsrsrs…

Usuários do serviço de torpedos sem atualização do Java foram afetados, diz Zone-H. Oi já removeu os malwares hospedados.

O site da Oi foi usado para a disseminação de um vírus para os clientes que usaram o serviço para envio de torpedos online da operadora na quarta-feira (03/12), apontam testes do Zone-H Brasil.

O cientista da computação Marcelo Almeida, que fez os testes após ser notificado por Kevin Fernandez sobre a suspeita no site da Oi, identificada na quarta-feira (03/12), mostra, no Zone-H, que o endereço http://mundooi2.oi.com.br/servicostorpedo instalou um applet Java sem a permissão do usuário.

“Se o Java do usuário estiver desatualizado, ocorre um ataque de estouro de pilhas [conhecido tecnicamente como buffer overflow]. A primeira parte que é instalada é o applet Java e depois um cavalo-de-tróia, que vai baixar o vírus”, explica Almeida. Os dois primeiros estavam hospedados no site da Oi.

Almeida conta que “este executável altera arquivos de host do Windows e inclui URLs de bancos brasileiros que encaminham o usuário para um site clonado”.

Fonte e Restante da Notícia: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2008/12/05/invasao-no-site-da-oi-disseminou-virus-para-cerca-de-140-mil-usuarios/

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