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DEZ mandamentos para compras seguras na internet

15 dezembro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Ao falar sobre compras virtuais seguras, um assunto recorrente na época do Natal, seria fácil recomendar o uso de sites já conhecidos, por conta de sua “tradição”. Mas uma das grandes façanhas da internet é a facilidade com que ela dá espaço a novas idéias, produtos e – como deveria ser – empresas. Sim, é possível comprar com segurança na internet em lojas menores, da mesma forma que é possível ser roubado por um vírus enquanto a senha do cartão é digitada em uma loja mais conhecida. Hoje a coluna Segurança para o PC traz dez dicas para aumentar sua segurança durante as compras na internet, independentemente do produto que você procura e onde vai comprar. Confira.

1. Verifique a segurança do seu sistema

De nada adianta realizar uma compra com todos os cuidados do mundo em um computador público ou compartilhado. Portanto, partindo do pressuposto que a compra será efetuada na máquina que você usa em casa, certifique-se de que a mesma está segura antes de digitar suas informações online. Isso significa fazer uma verificação com os software de segurança instalados, como o antivírus e o anti-spyware.

Seguir boas práticas de segurança, tais como instalar qualquer correção de segurança disponível para os softwares do seu computador e evitar o download de arquivos estranhos, também contribui: a maioria dos casos de roubo de dados ocorre devido a pragas digitais. Para descobrir quais as atualizações necessárias em sua máquina, uma boa opção é o uso do Personal Software Inspector.

2. Procure informações cadastrais da empresa

Se a empresa não disponibiliza o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) no website, é possível obtê-lo por meio de um serviço chamado “whois” (“quem é?”). Basta ir até o site Registro.br, digitar o endereço da loja e seguir a opção de “Whois”.

Com o CNPJ em mãos, vá até o site da Receita Federal e acesse pelo menu: Pessoa Jurídica > CNPJ > Comprovante de inscrição. Lá, digite o número do CNPJ. Você terá informações como o nome da empresa e a data em que ela foi estabelecida.

Sites de comércio fraudulentos costumam mentir a respeito do tempo de atividade com o objetivo de ganhar mais clientes (vítimas). Essa verificação pode mostrar que a loja que supostamente existe há oito anos na verdade foi aberta no mês anterior.

Se o endereço não for um “.com.br”, o Whois terá de ser feito de outra forma e não incluirá o CNPJ. Procure obter junto à empresa o CNPJ. Se o mesmo já não estiver divulgado no site, você terá de partir para a próxima dica.

3. Tente contato com a empresa antes de efetuar sua compra

Tanto faz se é via telefone ou e-mail. De preferência tenha os dois em mãos, caso precise reclamar depois. Ao tentar se comunicar com a empresa, você terá uma prévia do tipo de atendimento que ela presta: se não conseguir falar antes da venda, certamente também não conseguirá depois.

Também é válido procurar alguma referência física da loja. O cadastro de CNPJ pode lhe dar um endereço. Às vezes é possível obter informações a respeito do local para saber se realmente há uma loja ali. Procurando o endereço, pode-se descobrir que o mesmo foi utilizado por outras lojas fraudulentas, por exemplo.

4. Procure comentários ou recomendações

Existem sites especializados em coletar comentários de usuários sobre lojas on-line. Outros servem para reclamações. É claro que você não deve confiar em informações fornecidas pela própria loja, como mostra o item seguinte.

5. Ignore selos e outras marcas de segurança

Está se tornando comum a exibição de diversos selos de segurança. Eles recheiam os rodapés de vários sites de comércio eletrônico. São tantos que cada vez informam menos. Embora sites legítimos façam uso deles, qualquer site malicioso pode exibi-los também. Todo site na internet pode exibir qualquer imagem que desejar.

A maioria dos selos se encaixam nas seguintes categorias: não significam nada, não garantem nada, não podem ser verificados. Ignore todos.

Prefira uma pesquisa internet sobre o site, se alguma informação já foi vazada ou comprometida. Leia também a Política de Privacidade para saber o que fazem com seus dados – você certamente não quer que eles sejam compartilhados ou vendidos para telemarketing. Isso é importante.

6. Se não conhece a loja, comece com compras de pequeno valor

Antes de fazer aquela encomenda alta em uma loja que você não conhece, tente antes algumas compras de valor mais baixo. Se você está receoso para digitar o número e o código do seu cartão, pague no boleto bancário. Se você tem medo de não receber o produto, procure a opção de encomenda por Sedex a cobrar.

7. SSL: Secure Sockets Layer

Esse é o famoso “cadeado”. A atenção a ele foi recomendada tantas vezes que é quase redundante repetir. Vale dizer o seguinte: o SSL garante que você está visitando o endereço exposto URL (não é um site falso) e que a conexão é criptografada, ou seja, não pode ser interceptada durante o percurso. Isso e apenas isso. O SSL nada mais é do que um código único, chamado “certificado”, que qualquer site pode obter – e não é caro. Ele não garante a segurança de todo o processo (um vírus no seu computador pode roubar as informações, por exemplo), nem serve como garantia de que o produto será entregue. Se esse fosse o caso, esta seria a única dica desta coluna.

8. Cuidado com ofertas boas demais

Principalmente ofertas por e-mail de lojas nas quais você nunca efetuou compra alguma. Mesmo ofertas encontradas em sites comparadores de preços podem ser fajutas. Alguns sites têm começado a manter listas de lojas fraudulentas: procure se informar.

Se um site desconhecido oferece produtos a um valor muito inferior ao praticado por outros, é bom suspeitar e verificar tudo duas vezes.

9. Conheça seus direitos

O Código de Defesa do Consumidor também vale para compras on-line. Um dos mais interessantes é artigo 49. Ele permite que qualquer produto seja devolvido até sete dias depois da entrega. Se o consumidor exercer esse direito, a loja deve devolver qualquer valor pago, com correção monetária se necessário.

10. O Bom Velhinho recompensa quem se comportam bem

Tome cuidados de segurança o ano todo para que nessa época suas compras sejam tranqüilas. Para saber quais medidas adotar, veja novamente o primeiro item desta lista.

Espero que as dicas tenham sido úteis. Caso algo não tenha ficado claro ou você tenha qualquer dúvida sobre segurança, deixe a pergunta nos comentários. Na quarta-feira (17) serão publicadas respostas às questões deixadas na coluna. Sexta-feira (19) a coluna traz um resumo dos notícias da semana. Até lá e boas compras!

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL922476-6174,00.html

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10 anos de Software Livre

31 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Achei este artigo escrito por Silvio Henrique Mendes bem interessante!

Neste artigo Silvio relata sua experiência com Software Livre nesses 10 últimos anos.

Eu que brinco com Linux desde 2000 (http://counter.li.org/cgi-bin/runscript/display-person.cgi?user=214857) não fiz dele minha trajetória, mas utilizo ele no dia a dia e não me arrependo nem um segundo disso, pelo contrário, indico a todos.

Trecho do Artigo:

A seguir um resumo do cenário existente nos idos de 1998:

  • Netscape anuncia que vai liberar o código fonte do seu navegador sob uma licença livre.
  • O Termo “Open Source” é criado nos EUA. Começa um maior esforço para promover o Linux para uso corporativo.
  • Informix e Oracle anunciam suporte ao Linux (Red Hat).
  • Surge o Google, que é baseado em Linux. Nessa época eu era fã do AltaVista.
  • IBM anuncia que distribuirá/suportará o Apache após um acordo com o time do Apache.
  • “Como muitos outros produtos gratuitos você consegue uma legião de seguidores, mesmo que essa legião seja pequena. Eu nunca ouvi qualquer cliente nosso mencionar algo sobre Linux” — Bill Gates, PC Week, 25 de junho de 1998.
  • “… esse sistema operacional não será utilizado largamente em aplicações comercias pelos próximos três anos, nem mesmo será suportado por desenvolvedores de aplicações” — Gartner Group informa que há poucas esperanças para o Software Livre.
  • Grande polêmica: memorando confidencial da Microsoft sobre a estratégia contra Linux e o Open Source vaza e chega às mãos de Eric Raymond que adiciona seus comentários e libera para a imprensa no fim de semana do Halloween. Por causa da repercussão a Microsoft é forçada a reconhecer a autenticidade do infame Documento do Halloween. Essa é a primeira vez que se ouve da própria Microsoft que o Linux representa grande competição.
  • Relatório do IDC diz que a adoção do Linux cresceu mais de 200% em 1998, e que seu market share cresceu mais do que 150%. Linux atinge 17% de market share e cresce a taxas não acompanhadas por nenhum outro sistema no mercado.

Nos idos de 1998/1999 assisti na universidade uma palestra ministrada pelo Sandro Nunes Henrique (fundador da Conectiva) e pensei: “Linux vai dar dinheiro, vou investir nele e trabalharei com Software Livre depois que terminar a graduação“.

Fonte: http://www.silvio.me/10-anos-de-linux/

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Ubuntu: a porta de entrada para o software livre

31 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Artigo interessante que fala sobre como o Ubuntu está se tornando a porta de entrada para novos usuários de Linux.

Ainda somos poucos se analisarmos o percentual de utilização mundial ou até mesmo brasileiro, mas com o tempo estamos crescendo e mostrando que o Linux é um software estável, seguro e com muitas facilidades para o usuário, tirando o mito que Linux é só para técnicos que tem que saber mexer nas “telinhas pretas” todas em texto.

Como já disse, em minha casa somente tenho Linux, mas nesses dias deu problema no meu HD e tive que colocar outro para poder resgatar meus arquivos antes de comprar um novo HD e imagine só, o Hd antigo (40Gb) que coloquei tinha o Windows XP!

As crianças de casa reclaramaram que não sabiam utilizar direito, perguntaram cadê os joguinhos e programinhas deles (Linux) .

É… Realmente quem está acostumado com um ambiente (Windows ou Linux) e tem que trabalhar ou se divertir em outro acaba tendo problemas, mas já resolvi em casa (comprei outro HD e clonei) e todos voltaram a ficar satisfeitos!

Menos de 5% de usuários desktops, esta é a cota aproximada, alcançada pelas distribuições GNU/Linux. Uma marca até certo ponto insignificante, se considerarmos o público-alvo em que os esforços para a sua disseminação é direcionado. No entanto, isto não quer dizer que tais esforços não existem; mas, podemos tranqüilamente considerar que são mal empregados…

Diferente do Windows, temos um universo interessante de distribuições e ambientes gráficos. Ubuntu/Kubuntu/Xubuntu, SuSE/OpenSuSE, Mandriva, Fedora, Debian, Slackware, Kurumin, Arch Linux, PCLinuxOS e Gentoo, entre outras, estão entre as distribuições mais populares. Em menor grau, temos os ambientes gráficos GNOME e KDE, que são os mais poderosos da atualidade, embora o simples Xfce também tenha conquistado seu espaço. Enfim, com a existência de uma gama opções diversificadas, entre outras particularidades, não é difícil compreender o porque dos linuxers apreciarem de tal maneira a sua distribuição e ambiente gráfico preferido, “defendendo-a” (de quê?) com unhas e dentes, tal como o faz com o time de futebol do coração.

Uma série de fatores impedem a disseminação do Tux, embora possamos contabilizar com os dedos da mão, os principais: a cultura do Windows, o suporte ao hardware, a resistência à mudanças do usuário leigo, a existência de uma infinidade de distribuições e, por fim, a fragmentação das comunidades. Poderíamos eliminar todos estes empecilhos? Não; mas, se montarmos uma estratégia para eliminar apenas um destes, não só reduziríamos a sua influência, como também abriremos caminho para enfrentar os demais empecilhos com maior força.

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-10/49072BC0.html

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O Mito do Super Antivírus

31 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Abordagem Super Interessante e cultural sobre o que são vírus de computador e como evité-los.

Aconselho enviar para várias pessoas que são leigas em computador (se tiverem paciência de ler), pois ensina bastante coisa do dia a dia do computador, como acesso a vários sites e links inapropriados.

Muitos usuários, tomando como base o mito do antivírus infalível e julgando-se então dispensados de vigiar seus atos perante um computador, se entregam sem freios aos “prazeres proibidos” existentes pela Internet, atribuindo os males que disso resulta à “fatalidades” desse sistema complexo que é seu computador, crentes de que à esse respeito nada se possa fazer, tal como a doença que se pega no ar, delegando aos técnicos, a solução do problema.

Todo software malicioso segue um padrão de comportamento que o diferencia do legítimo, algo que mesmo o usuário leigo saberia detectá-lo caso não houvesse perdido a própria “visão” ao se depositar toda confiança num ícone próximo ao relógio. Não entreguem a segurança de vossas máquinas exclusivamente à produtos que pretendem resolver todas as falhas num só clique.

Se são raros os casos onde uma infecção não necessita do “clique final” do usuário, eis nonde se encontra uma questão a ser mais bem entendida.

Fonte: http://cesardev.blogspot.com/2008/10/o-mito-do-super-antivrus-autor-csar.html

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RS: número de profissionais em TI não supre demanda do mercado

21 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Em uma palestra, a AMCHAM-Poa foi questionada sobre o Profissional de TI e sobre o Consultor de TI, profissões diferentes, porém interligadas e completamente sinérgicas no dia a dia de uma empresa.

Infelizmente chega-se a um entendimento que FALTAM profissionais de TI realmente especializados ou preparados para as funções necessárias.

No Rio Grande do Sul está cada vez mais difícil encontrar mão-de-obra especialista neste ramo, embora o mercado apresente grande perspectiva de crescimento. Para ser um profissional qualificado é necessário manter uma atualização constante, visto que as tecnologias evoluem de forma muito rápida.

É preciso acompanhar essa evolução com dinamismo e flexibilidade para aceitar as “novidades” do mercado. Não há uma formação específica para a profissão, muitos não possuem graduação e sim, certificações mínimas que variam de acordo com a atividade. Por exemplo, se for um consultor para atuar em Linux, ele deve ter as certificações básicas em Linux como o LPI – I e LPI – II (Linux Professional Institute – nível 1 e 2), se for para atuar em desenvolvimento, deve ter certificações Java e assim por diante.

Se tivesse um estudo aqui em São Paulo, também veríamos o mercado de Tecnologia da  Informação anda saturado de profissionais meia boca, sendo que os que são realmente profissionais está hiper-ocupados com empresas que tenham projetos desafiadores.

Fonte: http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=673

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Software Livre, Microsoft e o TCO em nações em desenvolvimento

8 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Artigo comprido, mas de leitura bastante interessante para administradores de redes, servidores, sistemas e pessoas ligadas a TI dentro de uma empresa.

Resumo Executivo:

A Microsoft admitiu que o TCO (Custo Total de Propriedade) para estudantes em países em desenvolvimento é aproximadamente o mesmo entre seus produtos e o Software Livre. Eles ainda admitem que os custos iniciais do TCO para hardware e software são menores no Linux, e que o pessoal técnico em Linux em nações em desenvolvimento recebem salários superiores aos de suas contrapartes na Microsoft, devido à escassez.

Creio que isso peça um maior uso de Software Livre em universidades e escolas secundárias para ajudar a aumentar o número de profissionais de Software Livre altamente treinados e empregados localmente, para reduzir essa escassez e para diminuir os problemas de desequilíbrio decorrentes do pagamento de royalties de software para fora do país.

Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/ms_admite_tco_igual_entre_sl_e_sp

Com isso a Microsoft realmente admite que o TCO com software livre é bem mais baixo que com a Microsoft, sendo que é por isso que várias empresas estão migrando para o software livre.

Sua empresa precisa de saber se tem algum software livre que pode ser utilizado por ela e que traga vários benefícios? Consulte-nos ou consulte algum especialista em software livre.

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Vídeo institucional apresenta o Portal do Software Público Brasileiro

7 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Frederico Palma publicou no Dicas-l (www.dicas-l.com.br) uma notícia interessante sobre o Portal de Software Livre do Governo Brasileiro.

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento produziu um vídeo institucional com objetivo de contar à sociedade a experiência do Portal do Software Público Brasileiro. O vídeo foi apresentado durante o Congresso Internacional Sociedade e Governo Eletrônico (Consegi) realizado de 27 a 29 de agosto, em Brasília e foi lançado no dia 01 de outubro no Portal do Software Público, durante a Rio Info (www.rioinfo.com.br), na cidade do Rio de janeiro.

O vídeo conta os benefícios gerados pelo compartilhamento de software iniciado pelo Governo Federal no ano de 2005. Nessa época, o sistema de inventário CACIC, desenvolvido pela Dataprev, foi disponibilizado para sociedade. Todo o processo de disponibilização dessa ferramenta seguiu as prerrogativas legais brasileiras.

O vídeo institucional poderá ser assistido a partir no endereço: http://www.softwarepublico.gov.br/video-portal

Fonte: http://www.softwarepublico.gov.br

Publicação do Frederico no Dicas-L: http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20081007.php

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Migração Windows para Linux (Fedora)

2 outubro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Este artigo relata a experiência de mais 1 usuário que migrou do Windows para Linux e está realmente feliz por isso.

Não me arrependi de trocar o Windows pelo Linux e faria de novo se fosse necessário! A internet funciona perfeitamente, todos os programas que eu necessito (fora Photoshop) e um bom desempenho fizeram da minha migração para o Fedora, uma festa. Recomendo.

Fonte: http://linuxhall.wordpress.com/2008/09/29/migrando-para-o-fedora/

Minha Experiência Pessoal de Migração:

Acredito que se mais pessoas fizerem esta migração e forem “amparadas” por um técnico que tenha conhecimento de Linux seria excelente.

Em casa tenho um Ubuntu funcionando perfeitamente para todos os usuários de casa ( 3 adultos + 4 crianças) há quase 2 anos.

Lógico que tive que instalar o Office 2003 (Para minha irmã) e o pacote da Adobe CS3 (para meu desenvolvimento com Web) e com isso todos ficaram contentes com a utilização do Sistema.

Não tenho problemas com vírus.

Todas as pessoas de casa utilizam ele completamente bem, a única coisa que pedem para mim (crianças) é de vez em quando instalar algum joguinho, que instalo no Wine de boa, mas a maioria dos jogos deles é pela Internet e o Firefox dá conta do Recado.

Alguém tem algum case de migração para nos informar??

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Vivência em PHP e Projetos Web

9 setembro 2008 por Angelo M. Rodrigues

Nesses anos de desenvolvimento, já participei de vários projetos, desde Nacionais quanto Internacionais.

Trabalho com PHP desde 2002 e já trabalhava com Tecnologias Web desde 1999, onde neste período passei por vários projetos legais que foram moldando minha metodologia de trabalho e minha experiência em projetos.

Já Desenvolvi e Coordenei vários novos projetos, desde simples sites até projetos grandes, como CRMs, ERPs, Web Services Financeiros, entre outros.

Nesses anos adquiri experiência (e continuo adquirindo) em várias áreas, seja na parte de programação, como na parte de negócios.

A meu ver, o melhor para quem está começando é ir aprendendo tanto a parte de programação, quanto a parte de regras de negócios que cercam todo o desenvolvimento que você está fazendo.

O entendimento global das regras de negócio é importante pelo fato de você conseguir ter uma visão do que sua ferramenta fará e “em quê” ela ajudará o usuário.

O que vocês consideram como importante para quem está começando nesta área? Comentem…..

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Minhas Experiências com Software Livre

18 julho 2008 por Angelo M. Rodrigues

Como alguns sabem, trabalho com alguns Softwares Livres desde 2000.

Comecei com Linux (como muitos) em Servidores de Arquivos, Servidor Proxy e Servidores Web e consequentemente fui migrando algumas ferramentas para esses servidores.

Nas empresas onde passei, sempre todas as implantações de software livre foram um pouco criticadas no começo (na parte de projeto e definições), mas após as implantações e passados as primeiras (2 ou 3) semanas de adaptações, a maioria já elogiava timidamente a melhoria dos serviços na rede.

Já tive problemas em uma empresa de contabilidade que depois de tudo feito, configurado e funcionando, eles voltaram o Servidor de Arquivos para o Windows, somente por que tinham desligado o NoBreak do Servidor, caiu a Luz uns dias depois e o Linux não voltou “sozinho”, parando na tela para checagem do Disco e ninguém sabia o que fazer, coisa que deixou o diretor “P” da vida e ele mandou colocar uma “coisa” que as pessoas pudessem conhecer um pouco nesses casos.

Com isso não adiantou falar era fácil, não interessava, pois a empresa ficou parada por cerca de 1 hora e isso era inadmissível.

Depois disso eles tiveram vários problemas com Windows, mas isso não vem ao caso.

Nesse tempo já tive vários trabalhos bem sucedidos e alguns mal-sucedidos (infelizmente), mas na média, o aproveitamento e custo-benefício para as empresas ficaram na casa dos 80% (para melhor).

O que vocês tiveram com suas experiências?

Relatem um pouco suas experiências

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