Posts para novembro, 2011

O Tesouro de Bresa

29 novembro 2011 por Angelo M. Rodrigues

Há uma história muito interessante, chamada “O Tesouro de Bresa”, onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.

Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.

O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar. Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. Acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!

Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem. A pergunta importante não é “quanto vou ter?”, mas sim “no que vou me transformar?” Não é “quanto vou ganhar?”, mas sim “quanto vou aprender?”. Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.

O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.

Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa. Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.

É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.

Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: “Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje”. Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de “kaizen”), em diversas áreas da sua vida, sem parar.

Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: o de não mudar: “Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve”.

Fonte: Contando Histórias

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Sempre tem um mané com wireless sem senha. Basta usar!

4 novembro 2011 por Angelo M. Rodrigues

Uma realidade…

Bem, creio que para muita gente não seja novidade que diversas pessoas deixam seus roteadores wireless com a configuração com a qual vieram de fábrica, ou seja, sem senha ou segurança nenhuma. Isso permite que, por exemplo, paremos o nosso carro ao lado de um prédio e comecemos a navegar na Internet. Quem é que nunca fez isso?

Quem é o mané?

Agora pense. Imagine que uma pessoa mal intencionada disponibilize um acesso wireless sem senha para a Internet e que você e um monte de outros seres humanos passem a utilizá-lo. Imagine também que essa pessoa grave todo o tráfego que passa pelo roteador wireless usando um computador acoplado ao mesmo e um tcpdump, por exemplo. Ainda, vislumbre a possibilidade desse tráfego conter as suas senhas que não estejam protegidas por sistemas com criptografia, além de dados pessoais. Tudo isso, a partir de agora, estará nas mãos de alguém que você nunca viu e nem verá… E o pior: no caso da maioria dos usuários, a senha de e-mail é a mesma da conta bancária etc.

Depois de todo esse raciocínio, responda: quem é o mané nessa história???

Bem, há tempos estou para escrever este post simples. Mas como citei esse fato em uma palestra hoje, fiquei inspirado. :-)

Fonte: Esta dica foi originalmente publicada, pelo seu autor, em http://eriberto.pro.br/blog, em 25 out. 2011. O seu twitter é http://twitter.com/eribertomota.

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